domingo, 6 de abril de 2014

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Veja resultado da última pesquisa presidencial

Do Portal G1

Pesquisa Datafolha divulgada neste sábado (5) pelo site do jornal "Folha de S.Paulo" indica que a presidente Dilma Rousseff (PT) teria 38% das intenções de voto e venceria no primeiro turno caso a eleição fosse hoje e ela tivesse como adversários o senador Aécio Neves (PSDB-MG), o ex-governador de Pernambuco Eduardo Campos (PSB) e mais oito candidatos de partidos menores.
Nesse cenário, Aécio teria 16% das intenções de voto, e Campos, 10%. Somados, os oito candidatos de partidos menores alcançariam 6%. Votos em branco ou nulos seriam a opção de 20%. Os outros 9% responderam que não saberiam em quem votar.

Veja abaixo:

- Dilma Rousseff (PT): 38%
- Aécio Neves (PSDB): 16%
- Eduardo Campos (PSB): 10%
- Pastor Everaldo (PSC): 2%
- Denise Abreu (PEN): 1%
- Eduardo Jorge (PV): 1%
- José Maria (PSTU): 1%
- Levy Fidelix (PRTB): 1%
- Eymael (PSDC): 0%
- Mauro Iasi (PCB): 0%
- Randolfe Rodrigues (PSOL): 0%
- Brancos/nulos/nenhum: 20%
- Não sabe: 9%

O Datafolha entrevistou 2.637 pessoas em 162 municípios nas últimas quarta (2) e quinta (3), com margem de erro de dois pontos percentuais para mais ou para menos.

sábado, 5 de abril de 2014

Roseana permanece no cargo de Governadora!

Com medo de enfrentar a eleição para o Senado Federal e correr o risco de deixar o Palácio dos Leões pela porta dos fundos, diante da eminente derrota para o vice-prefeito Roberto Rocha (PSB), a governadora Roseana Sarney (PMDB) acaba de anunciar que vai permanecer no governo até o final do mandato. 
Roseana anunciou que “eu fico no governo porque quero terminar as obras que comecei”. E adiantou que nos próximos oito meses pretende trabalhar para fazer o melhor governo da vida dela. A justificativa, no entanto, não convenceu a classe política.
Roseana chegou ao Salão Estrela, no Palácio dos Leões, fez o comunicado e se retirou em seguida sem dar a menor chance aos repórteres questionar os verdadeiros motivos da permanência.
Segundo comentam nos bastidores da sucessão, Roseana não pretende se engajar na campanha eleitoral por está profundamente decepcionada com os índices de rejeição ao seu nome.     
Corre nos bastidores da política que os 26 parlamentares que sustentaram a candidatura do presidente da Assembleia Legislativa, Arnaldo Melo, caso houvesse a renúncia, e que impediram que ela colocasse no governo o secretário de Infraestrutura, Luís Fernando Silva, estariam na alça de mira.  Veja abaixo a íntegra do comunicado de Roseana.



“Em primeiro lugar meu boa tarde a todos vocês. Como eu prometi a todos que falaria na sexta-feira, hoje eu estou aqui para comunica-lo que eu vou ficar no governo. Eu vou ficar porque quero terminar o que iniciei, quero terminar minhas obras, as ações do governo e quero cumprir o compromisso que eu fiz com o povo maranhense quando me elegi governadora do Maranhão neste último mandato. Nós temos oito meses pela frente de muito trabalho, de muito empenho e vou me empenhar para fazer, como eu disse antes, o melhor governo da minha vida, e fazer com que o Maranhão continue crescendo e se desenvolvendo, por isso resolvi ficar no governo até o final”, comunicou.  

Veja que saiu das secretarias estaduais visando a eleição em outubro

 Do Portal G1

Na úlitma quinta-feira, a Secretaria de Comunicação Social do governo do Maranhão(Secom) divulgou a lista com os nomes de 13 secretários que entregaram o cargo dentro de uma reforma administrativa.

O secretário de Saúde, Ricardo Murad passa a responder, também, pela pasta da Segurança Pública, substituindo a Aluísio Mendes. O secretário de Planejamento, João Bernardo Bringel também responderá pela Educação em susbtituição a Pedro Fernandes. A mesma situação acontece com Claudeth Ribeiro, secretária de Igualdade Racial, que passa a responder, também, pela Secretaria de Trabalho e Economia Solidária que era comandada por José Antônio Heluy

O governo não confirmou os substitutos para os titulares para as pastas da Juventude, Assuntos Políticos e Assuntos Estratégicos.

Veja a lista

Casa Civil
Sai: João Guilherme Abreu
Assume: Anna Graziella Costa (responde também pela Fundação da Memória Republicana Brasileira)
Cidades e Desenvolvimento Urbano
Sai: Hildo Rocha
Assume: Antonio Manoel Silvano Neto
Gestão e Previdência
Sai: Fábio Gondim
Assume: Marcos Fernando Jacinto
Infraestrutura
Sai: Luis Fernando Silva
Assume: José Raimundo Frazão Ribeiro
Fazenda
Sai: Cláudio Trinchão
Assume: Akio Valente
Ciência, Tecnologia e Ensino Superior
Sai: José Costa
Assume: Fernando Lima
Articulação Institucional
Sai: Rodrigo Comerciário
Assume: Pamela Batista dos Santos
Segurança Pública
Sai: Aluisio Mendes
Responde: Ricardo Murad
Trabalho e Economia Solidária
Sai: José Antônio Heluy
Responde: Claudeth Ribeiro
Educação
Sai: Pedro Fernandes
Responde: João Bernardo Bringel
Juventude
Sai: Paulo Marinho Jr.
Assuntos Políticos
Sai: Ricardo Archer Filho 
Assuntos estratégicos
Sai: Alberto Franco

segunda-feira, 31 de março de 2014

Fiasco da vez ocorre em São Domingos do Maranhão


O secretário Luís Fernando Silva (PMDB) esteve sábado (29) em São Domingos do Maranhão para anunciar a liberação de quatro km de asfalto. Trouxe com ele uma enorme comitiva, com Gastão Vieira, Rogério Cafeteira, Antônio Pereira, Hildo Rocha e outros. Ainda assim, mesmo com o apoio de dois ex-prefeitos, nove vereadores, distribuição de churrasco e um paredão de som, o evento foi considerado um verdadeiro fiasco. Veja foto:

unnamed9 Espaço do leitor: Mesmo com distribuição de churrasco, evento de Luis Fernando fiasca em São Domingos

domingo, 30 de março de 2014

Oposição mostra força em evento na cidade de Timon

 
 
 
 
A cidade de Timon realizou, no sábado, um dos maiores eventos da oposição nos últimos anos. Liderado pelo ex-prefeito Chico Leitoa (PDT) e o prefeito Luciano Leitoa (PSB), duas das maiores lideranças políticas oposicionistas do Maranhão, o ato reuniu o maior número de pessoas e lideranças políticas oposicionistas já ocorrido no movimento ‘Diálogos pelo Maranhão’.
 
 
 
Chico e Luciano Leitoa não só mostraram que tem uma enorme militância e um grupo fiel de seguidores, mas deram uma aula de política. A articulação dos dois em torno da unidade foi um grande passo dado para a vitória da oposição.
 
 
Eventos irretocáveis e discursos afinados com a mudança foram os pontos que marcaram a visita a Timon, que passa a ser um dos principais redutos da oposição, dos pré-candidatos a governador Flávio Dino e ao senado, Roberto Rocha, na realização de mais um projeto “Diálogos pelo Maranhão”.
 

 
 
O candidato a senador Roberto Rocha lembrou do ex-governador Jackson Lago e da sua luta junto com as oposições do Maranhão. Para o atual vice-prefeito de São Luís, um dos fatores que pesou na cassação do ex-governador foi o fato dele não ter naquela época uma voz na sua defesa no Senado da República e classificou a cassação de Jackson como o maior golpe político judicial da história recente do país, patrocinado pelo Senado Federal quando eram senadores pai e filha.
 
 
 
 
Último a discursar, Flávio Dino foi objetivo. Agradeceu a presença de todos e lembrou que sozinho não alcançará a vitória. “Chega do Maranhão nas páginas policiais. O Maranhão é belo, bonito e forte e nós não merecemos o que está aí, onde nós somos retratados como terra de problemas. Esse não é um desafio de uma pessoa só. Preciso de todos vocês na torcida, apoiando e que rezem por nós, pois esta é uma luta que se dará também no campo espiritual”, conclamou o pré-candidato do Partido do Maranhão.

quinta-feira, 27 de março de 2014

Policiais Militares do Maranhão entram em greve

 
Policiais militares do Maranhão estão com as atividades paradas desde a noite desta quarta-feira (26). A categoria decidiu se aquartelar por tempo indeterminado para pressionar o governo do Estado a cumprir uma pauta de reivindicações com quase dez itens, incluindo reajuste salarial de 25% para compensar perdas.

A paralisação já atinge São Luís e as cidades de Bacabal, Caxias, Imperatriz, Matões, Parnarama e Timon.

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Segundo um militar que faz parte da liderança do movimento e pediu para não ser identificado temendo represálias, os PMs estão se recusando a sair para patrulhamento nas ruas e até cogitam deixar os postos militares do Complexo Penitenciário de Pedrinhas.
Apesar de terem os salários reajustados em 7%, os militares criticaram o aumento e pedem o reajuste de 25% para compensar as perdas salariais que vêm sofrendo desde 2002.

“Foi dada uma reposição de 7% relativa à inflação, mas não tivemos aumento real nos salários desde a greve de 2011″, disse o militar.

A categoria pede ainda o pagamento de adicional noturno, adicional por periculosidade, lei de promoção, regulamentação da carga horária de 40 horas semanais e melhores condições de trabalho. Os militares reclamaram que estão trabalhando com coletes balísticos fora do prazo de validade e munições obsoletas, além de fardas velhas.